OLIO EXTRA VERGINE “MADE IN BRASILE”
(AZEITE DE OLIVA VIRGEM EXTRA - MADE IN BRAZIL)
ARTICOLO IN LINGUA PORTOGHESE CON TRADUZIONE E FOTO IN ITALIANO
Di Laura Lacerda Fonseca
O dia 29 de fevereiro foi marcante para a cidade de Maria da Fé, em Minas Gerais, Brasil. Foi organizado um dia de campo na Fazenda Experimental [...] [...more]
OLIO EXTRA VERGINE “MADE IN BRASILE”
(AZEITE DE OLIVA VIRGEM EXTRA - MADE IN BRAZIL)
ARTICOLO IN LINGUA PORTOGHESE CON TRADUZIONE E FOTO IN ITALIANO
Di Laura Lacerda Fonseca
O dia 29 de fevereiro foi marcante para a cidade de Maria da Fé, em Minas Gerais, Brasil. Foi organizado um dia de campo na Fazenda Experimental do Núcleo de Tecnologia de Azeitonas e Azeite da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), que contou com a presença de diversos técnicos, produtores, comerciantes e jornalistas que estavam ansiosos para conhecer os estudos sobre o azeite brasileiro.
O encontro aconteceu no período final da colheita e foi aberto com uma palestra do Dr. Adelson Francisco de Oliveira que é pesquisador especialista em fitotecnia/fruticultura, sobre características organolépticas, focando a composição química do azeite. Os estudos apresentados foram baseados em pesquisas feitas por ele mesmo em suas viagens pela Espanha e Portugal.
A seguir, houve uma aula teórica sobre a confecção de mudas de oliveira, apresentada pelo pesquisador responsável Dr. João Vieira Neto que também é especialista em fitotecnia/fruticultura (foto em anexo – Dr. João e mudas enxertadas). Neto considera que os estudos sobre oliveira ainda estão em fase inicial, faltando estudar pontos importantes, como definição de técnicas de condução de plantio (poda, adubação, irrigação, manejo de pragas e doenças) e o melhoramento genético. “É necessário ainda encontrar outras regiões do estado que dêem suporte para o plantio da cultura”, destaca o pesquisador.
Foram utilizadas diversas variedades de mudas para a produção do azeite, levando em conta o clima e solo da região. Entre elas estão a Grappolo 561, Grappolo 550, Grappolo 575, Ascolano 315, Salomé, Negro A e a própria Maria da Fé, que é uma variedade híbrida por cruzamento espontâneo. “Acreditamos que dentro de cinco ou seis anos as variedades adaptadas poderão começar a produzir em escala comercial”, anseia Neto.
A qualidade do cultivo também esteve entre os assuntos abordados. Dr. Hugo Adelande Mesquita, pesquisador responsável e especialista em fertilidade e nutrição de plantas, falou sobre a importância da nutrição mineral da oliveira. “Determinados compostos são indispensáveis para o bom desempenho das oliveiras”. Otimista, Mesquita chegou a comparar a produção de oliveiras com a soja no país. “Há vinte anos, ninguém acreditava na cultura da soja e, atualmente, somos os maiores produtores do grão”, lembra.
Entretanto, a extração de azeite foi o grande centro do dia de campo. Para facilitar a prensagem das azeitonas, o italiano Ítalo Mostarda, empenhado pelo pai, dono de um frantoio no Lazio, desenvolveu uma máquina extratora. O invento foi disponibilizado aos pesquisadores da Epamig, que já pensam em adquirir mais um equipamento extrator.
Uma das características do maquinário é que o processo é feito em duas etapas. Na primeira fase é preparada a pasta através de uma máquina para moagem. A pasta é então acondicionada em pequenas placas com filtros (de tecido artificial ou fibra natural) e logo após são colocadas na prensa. Vale destacar que o produto obtido não é filtrado. (fotos em anexo).
Embora seja de pequeno porte e artesanal, acredita-se que com a tecnologia os estudos poderão ser conduzidos de forma mais eficiente. “Estamos dando um grande salto no desenvolvimento de azeites no Brasil”, conclui Dr. Adelson.
As oliveiras em Maria da Fé
A história de Maria da Fé com as oliveiras começa na década de 40, quando foram plantadas as primeiras mudas vindas da Itália na região. Curiosamente, as mudas comercializadas no município são provenientes da Úmbria.
Somente 30 anos depois, no auge dos anos 70, é que o cultivo começou a ser estudado mais a fundo. Em 1996 mais uma conquista: os estudos foram sistematizados dando mais credibilidade e empenho ao desenvolvimento das oliveiras.
Embora se dedique também ao estudo de outras culturas, como marmelo, pêssego, amora, ameixa, maçã, atemóia, caqui, figo, entre outras frutas de clima temperado a região de Maria da Fé foi instituída na ocasião do dia de campo como o Núcleo Tecnológico de Azeites e Azeitonas da Epamig.
ARTICOLO IN ITALIANO
Il giorno 29 di Febbraio è stato notevole per la città di Maria della Fede, (Minas Gerais) in Brasile. Fu organizzato un giorno nel campo della Fazenda Sperimentale del Nucleo della Tecnologia di Olive e olio di Olive della Epamig (Società di Ricerca Agricola di Minas Gerais), che contò con la presenza di molti tecnici, produttori, commercianti e giornalisti che erano ansiosi per sapere gli studi sul l’olio extra vergine brasiliano.
L’incontro accadde nel finale periodo del raccolto ed è stato aperto con una conferenza del Dott. Adelson Francisco de Oliveira (specialista in fitotecnia/fruticultura), su caratteristicas organolépticas focalizzando la composizione chimica del l’olio. Gli studi presentati furono basati su ricerche fatte anche da lui nei loro viaggi per Spagna ed il Portogallo.
Dopo una introduzione teorica sulla coltivazione di giovani piante di olivo, presentata dal ricercatore responsabile Dott. João Vieira Neto che è anche specialista in fitotecnia/fruticultura (foto - il Dott. João e piante di olivo). “Neto” considera che gli studi su albero olivastro sono ancora in fase di iniziale, mancando studiare gli importanti punti, come definizione di tecniche di coltivazione (congime, irrigazione e malattie della pianta) ed il miglioramento genetico. Ancora è “necessario trovare altre aree dello stato che sia addata alla coltivazione dell’olivo.

Molte varietà furono usate per la produzione di olio extra vergine, mentre prendendo in considerazione il clima e suolo dell’area. Fra loro sono Grappolo 561, Grappolo 550, Grappolo 575, Ascolano 315, Salomé, Negro A e la stessa Maria della Fede, che è una varietà ibrida spontanea. “Noi credemmo che fra cinque o sei anni le varietà adattate possono cominciare a produrre in scala commerciale”, dice “Neto”.

La qualità della coltura era anche fra gli argomenti trattati. Dott. Hugo Adelande Mesquita, ricercatore responsabile e specialista nella fertilità e nutrizione di piante, parlò dell’importanza della nutrizione minerale dell’albero olivastro. “Alcuni composti sono indispensabili per la buona crescita degli alberi olivastri”. Ottimista, Mesquita comparò la produzione di alberi olivastri con la soia nel paese. “Venti anni fa, nessuno credeva nella cultura della soia e, ora, noi siamo i più grandi produrre del grano”, ricorda.

Comunque, l’estrazione di olio era il grande evento del giorno. Per facilitare la pressa delle olive, Ítalo Mostarda italiano motivato dal padre, proprietario di un frantoio in Lazio, sviluppò un “extratore”. L’invenzione, resa disponibile ai ricercatori di Epamig che già pensano in acquisire uno in più .
Una delle caratteristiche della maquina è che il processo è fatto in due tappe. Nella prima fase la pasta è preparata attraverso una macchina per macinare. La pasta è condizionata poi nei piccoli piatti con filtri (di stoffa artificiale o la naturale fibra) e dopo sono messi nella stampa, liberando così il prodotto ottenuto che non è filtrato. (segue fotografie).



Anche se artigianalmente, si crede che con la tecnologia gli studi possono essere guidati in un modo più efficiente. Noi stiamo dando un grande salto nello sviluppo della produzione dell’olio extra vergine in Brasile”, conclude il Dott. Adelson.

Gli Olivi in Maria della Fede
La storia di Maria della Fede con gli alberi olivastri comincia negli anni 40, quando i primi arrivi di giovani piante dall’Italia furono piantati nell’area. Sorprendentemente, queste piantei ntrodotte nel territorio municipale venivano dalla Regione Umbria.

Negli anni 70 (30 anni più tardi), la coltura cominciò ad essere studiata più completamente. Nel 1996 una conquista in più: gli studi furono catalogati dando più credibilità ed impegno nello sviluppo della cultura dell’olivo.
Anche se sia dedicato anche allo studio delle altre culture, come mela cotogna la pesca, gelso, susina, mela, atemóia, kaki, fico, fra le altre frutte di clima stagionato l’area di Maria della Fede fu istituita nell’occasione del “giorno nel campo come il Nucleo Tecnologico di Olio extra vergine ed Olive di Epamig.
